De US$ 72,3 milhões, em 2007, para US$ 625,9 milhões, em 2012. Esse é o salto de receita que a Frost & Sullivan espera para o mercado de VoIP na América Latina.
No estudo, a empresa avalia que deve haver queda de 2,8% ao ano no faturamento com ligações locais e de 7,9% no de ligações de longa distância no Brasil nos próximos seis anos. Isso em função da ascensão da VoIP e da telefonia IP.
A pesquisa informa que, a fim de aprimorar a tecnologia VoIP, os provedores de serviços VoIP e VoIP wireless (WVoiP – Wireless Voice over Internet Protocol) precisam garantir eficiência operacional e qualidade de serviço, além de distribuição abrangente e promoção de estratégias.
Os reveses até então encontrados, segundo o estudo, ainda estão ligados à baixa qualidade das ligações e ao quase inexistente esforço pré-venda na região.
Aos pequenos provedores de VoIP, a Frost sugere que, para competir com as grandes, terão de combinar a agilidade de suas pequenas operações com estratégias inovadoras de negócios. O que envolve parcerias com lojas, para venda de equipamentos e serviços; campanhas de marketing; e alianças com provedores de vários serviços.
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