No começo de 2012, todos os dias eram criados cerca de 50 mil tipos de malwares. Hoje, o número, de acordo com a McAfee, saltou para 100 mil. Mais do que nunca, segurança tornou-se crítica para os negócios. Para ajudar empresas a blindar suas estruturas e crescer no mercado, a McAfee está apostando no conceito de Security Connected (Segurança Conectada), que prega a integração de diversos produtos e serviços com o objetivo de centralizar e facilitar a proteção do ambiente corporativo.
“A maioria das empresas atualmente tem dezenas de fornecedores de tecnologia, que não se conversam. O mesmo acontece com a estrutura de segurança. Esse cenário dificulta a rápida identificação de ameaças e mitigação dos riscos. Nossa proposta com o Security Connected é mudar esse quadro”, explica Brian Contos, direto sênior de Mercados Emergentes da McAfee.
De acordo com ele, o Security Connected reduz o número de soluções de segurança na empresa. Em vez de dezenas de plataformas, a companhia passa a contar com apenas algumas, facilitando a gestão. “Essa abordagem ajuda na proteção de forma mais efetiva e a reduzir custos e elimina silos. Além disso, é mais eficiente e torna a segurança mais estratégica”, completa.
A ideia, prossegue, não é fazer com que a empresa mude todas suas soluções para McAfee. “Essa não é nossa postura. O objetivo é integrar as tecnologias para possibilitar otimização”, explica. Ele diz que a fabricante une soluções de parceiros e até mesmo concorrentes. “A Imperva, por exemplo, é nosso competidor e ao mesmo tempo parceiro. O que queremos é garantir excelência na proteção ao cliente”, assinala.
O executivo aponta que no Brasil a maioria dos usuários de soluções McAfee usa o modelo Security Connected ao menos parcialmente, especialmente nos segmentos financeiro e governo. “Trata-se de um conceito novo que leva um tempo para amadurecer. Nossa expectativa é de crescimento, porque acreditamos que uma segurança adequada só acontece por meio da integração”, ressalta.
Ele acredita que o Brasil pode destacar-se no uso do modelo em comparação com outros países da América Latina. “A aceleração do País como potência econômica e a adoção de tecnologia de suporte são atrativos para os cibercriminosos. Por isso, a implementação de soluções de segurança deve saltar”, justifica.
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