MadCode oferece mil bolsas de estudo para cursos de programação

A MadCode, rede de escolas e sistemas de ensino de programação, firmou parceria com a Secretaria da Educação do Governo do Estado de São Paulo, com o objetivo de doar mil bolsas de estudo para alunos do ensino médio, de 14 a 17 anos, da rede estadual de ensino, interessados no curso de Desenvolvimento de Aplicativos. As inscrições estão abertas no website da MadCode e as primeiras turmas devem iniciar o curso em março.

A possibilidade de estudar programação gratuitamente é uma grande oportunidade para os jovens, não só por ensiná-los a criar seus próprios jogos e aplicativos, mas por desenvolver habilidades que se tornam cada vez mais importantes em um mundo digital.

“Estamos muito orgulhos em participar deste projeto com a Secretaria da Educação do Estado de São Paulo, porque ele permitirá que uma parcela de jovens tenha acesso aos nossos programas, o que não seria possível sem o benefício das bolsas”, afirma Daniel Cleffi, um dos fundadores da MadCode e responsável pela área de Programação do grupo Cel.Lep, uma das principais escolas de idiomas do País, que adquiriu a rede de ensino de Programação. Ele destaca a importância da programação também para transformar os jovens de meros consumidores de tecnologia em desenvolvedores de soluções tecnológicas, fomentando o empreendedorismo.

Professores da MadCode irão ministrar o curso com aulas previstas de segunda-feira a quinta-feira, das 14h às 17h, período do contraturno das aulas regulares. Serão contemplados, inicialmente, alunos das diretorias de ensino do Centro, Centro Sul e Centro Oeste. O critério foi a proximidade com o local do curso.

O ensino de Programação fomenta o raciocínio lógico e facilita o desenvolvimento de competências do século XXI como foco, resiliência, curiosidade e criatividade; e favorece o aprendizado de outras disciplinas. Segundo Cleffi, ao aprender a programar e desenvolver o próprio aplicativo, o jovem também tem condições de refletir sobre problemas e situações de sua própria vida, que podem ser solucionados por meio da tecnologia.

“O profissional do futuro será muito engajado com inovação, com conhecimento de tecnologias e de línguas. É muito importante, portanto, incentivar os alunos a dominarem o inglês e a programação para que eles estejam mais preparados para as novas exigências da Quarta Revolução Industrial que já está em curso”, afirma o presidente do Cel.Lep, Alexandre Garcia.

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