A morosidade do ambiente regulatório brasileiro de telecomunicações pode prejudicar a evolução do WiMAX no País. Esse é o alerta de Luis Minoru Shibata, diretor-geral do Yankee Group para América Latina.Outros desafios apontados pelo executivo para o desenvolvimento da tecnologia são a interoperabilidade, o desenvolvimento de equipamentos e a precificação dos mesmos e dos serviços. “Afinal, estamos em uma região bastante sensível aos preços”, afirma Shibata.Ele aponta ainda que as grandes operadoras estão de olho no WiMAX, mas ainda não devem investir maciçamente. O executivo lembra que a nova tecnologia vai possibilitar a entrada de novos players no mercado e acredita que o WiMAX é complementar ao 3G – e não competir com ele.Com relação ao leilão de WiMAX, que está suspenso por enquanto pelo Tribunal de Contas da União, se as concessionárias participarem, boa parte das cerca de cem participantes iriam desistir. Caso contrário, o leilão ficaria mais atrativo para a maioria das operadoras participantes.
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