A nova lei visa atacar quem envia spams com mensagens, no campo do assunto, que induzem as pessoas a lerem os e-mails, ou ainda com endereços inválidos de retorno. As companhias só podem enviar mensagens se os destinatários derem permissão prévia, ou se já houve um relacionamento anterior de negócios. Nesse caso, a lei estabelece que os consumidores têm o direito de optar por não receber mensagens posteriores.
Mas, para os especialistas, muitos esforços têm sido em vão: a questão dos spams, pelo menos nos Estados Unidos, continua mesmo com 36 estados tendo uma ativa legislação sobre o assunto. O problema é que, como essas leis são estaduais, são limitadas. Assim, se o spammer for de outro estado que o do destinatário, não há como enquadrá-lo, diz Marten Nelson, diretor de estratégia e análise de negócios da CipherTrust, companhia anti-spam.
Uma solução parece ser combinar leis e mudanças tecnológias para caçar os spammers na internet, além reforçar a fiscalização. Por enquanto, a melhor saída tem sido apelar para a tecla “delete”.
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