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JExperts traça plano de expansão via canais e franquias

Os 4 milhões de reais de faturamento da JExperts não são vistos por Denis Tassitano como algo desanimador. Muito pelo contrário. O executivo, que já atuou em companhias grandes, como Totvs, e enormes, como SAP, identifica na startup, do qual é diretor comercial e de marketing, um enorme potencial. E para manter o ritmo visto pela empresa, que dobra de tamanho a cada 12 meses nos últimos anos, tem um forte projeto para o ecossistema de parceiros, que inclui a criação de um modelo de franquias e, até mesmo, de internacionalização.

?A companhia nasceu em 2002 como uma fábrica de software?, contou o executivo à CRN Brasil. Um grupo de ex-colegas de trabalho montou o projeto com o belo cenário da capital de Santa Catarina, Florianópolis, por trás. A partir de uma própria necessidade de seus clientes, que tinham a intenção de entender como estava o processo de desenvolvimento de programas solicitados, a companhia criou o programa Channel, de acompanhamento de processos e projetos. Então foi percebido o valor de um produto, que poderia ser replicável e vendido a todo tipo de clientes.

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Em 2004, a companhia iniciou a venda desse software. Atualmente, são duas unidades separadas: JExperts fábrica de software  e JExperts com a venda do Channel, cada qual faturando cerca de 4 milhões de reais.

?Hoje temos 15 canais?, contou Tassitano. ?E eles mesmos usam o nosso software para controlarem fluxos de trabalho e projeto?, explicou. A ideia é obter mais dez canais no médio prazo, mas o projeto de desenvolvimento de franquias é ainda mais audacioso. ?O projeto de franquias depende muito do canal. Existem canais que não têm perfil para ser franquia, mas para outros é um modelo interessante, onde há mais proximidade de parceria?, justificou.

A ideia é que essas franquias se desenvolvam e criem seus próprios ecossistemas de canais. Em um projeto de médio prazo está a abertura de franqueados no Paraguai e na Angola. ?O espaço para crescimento é enorme?, anima-se. Como o programa é novo, apenas 20% das vendas da companhia vêm de canais. ?Queremos que chegue a 100%. Eu fico triste quando tenho que atender um cliente direto?, comentou. A venda do Channel ocorre via licença ou nuvem. ?Todos os Estados têm o Channel. Não temos canal no Acre ou em Rondônia, por exemplo, mas temos cliente, porque não é um programa que demanda necessidade de atendimento constante. A instalação é simples, aprender a usar o software também?, contou.

 

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