Quantas vezes um usuário de aplicativo de mensagens já quis ter o direito de remover o status “on-line” do seu perfil para não deixar que um contato saiba que ele está com o app aberto? A nova função “me deixe invisível”, de Wafer Messenger, torna isso possível, retirando a pressão de responder rápido apenas porque está on-line.
A versão mais nova do app, já disponível na AppStore e na Google Store, dá ao usuário ainda mais poder além da possibilidade de ocultar o status “on-line”. O novo recurso “bloquear” impede que o contato que você selecionou ligue ou envie mensagens para você, e tudo isso sem a pessoa saber que foi bloqueada.
Os recursos estão disponíveis diretamente no perfil de qualquer contato, estejam eles no Wafer Messenger ou não. Isso porque o aplicativo oferece a possibilidade de enviar mensagens para todos os contatos da agenda. Se o destinatário não tem Wafer baixado, o app criará um link seguro para ser enviado por SMS, e-mail ou qualquer outro aplicativo de conversas. Assim que a pessoa contatada clicar no link, ambos podem conversar.
De acordo com o cofundador e CEO de Wafer Messenger, Simone La Torre, o foco por trás das novas funções é empoderar quem utiliza o app. “Queremos que os usuários se divirtam com seus amigos dentro de suas próprias regras, ficando a seu cargo não aparecer on-line ou até bloquear determinado contato no momento que desejar”, afirma.
Segundo La Torre, a empresa teve isso em mente ao preparar os novos recursos. “A função ‘me deixe invisível’ permite driblar atenção indesejada e inconvenientes embaraçosos. Já ao bloquear um contato, a pessoa não tem como ficar sabendo, diferente de outros aplicativos, o que pode causar desconfortos e situações desagradáveis”, explica.
Lançado em fevereiro no Brasil, o aplicativo de mensagens Wafer Messenger ultrapassou a marca de 300 mil downloads em dispositivos móveis em seu primeiro semestre de operação no País. O aplicativo opera em conformidade com o GDPR, o Regulamento Geral de Proteção de Dados, da União Europeia, em vigor desde maio, e com sua versão brasileira, a LGDP, a Lei Geral de Proteção de Dados, sancionada em agosto.
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