“Já recebemos um aporte de US$ 27 milhões no final do ano passado”, argumenta Nader, para justificar que o Mercado Eletrônico não pretende buscar recursos extras agora. Os investimentos a que se referiu foram feitos pelo Opportunity e GP Investimentos.
Apesar de não divulgar o faturamento da companhia, o CEO garante que a empresa é lucrativa e comemora a conquista de clientes de grande porte como Alcan, Solvay e Rhodia-ster, que somam-se a outros 270 e a um universo de 17 mil empresas fornecedoras.
“Temos expectativa de aumentar o faturamento de 1999 em 500%, neste ano”, prevê Nader, ressaltando que os pageviews do site da companhia cresceram 1.500% de maio até setembro. “O volume de transações no ano passado chegou a US$ 10 milhões por mês”.
Segundo o executivo, o Mercado Eletrônico trabalha com três pilares principais em seu modelo de atuação: tecnologia, serviços e comunidades de negócios. “Somos um CSP – Commerce Service Provider, que viabiliza todo tipo de projeto de e-commerce para o cliente”, conclui Nader, trazendo seu próprio ingrediente para a “sopa de letrinhas” do e-business.
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