Segurança não é prioridade na maioria dos dispositivos móveis. Em vez disso, as companhias preferem se focar em aplicativos. Você já parou para pensar quantos consumidores têm a segurança como principal exigência quando eles compram um tablet ou smartphone? Não são muitos. Infelizmente, muitos usuários de PC também não se importam com isso, por esse motivo existem tantos computadores desprotegidos.
Porém, isso não foi o suficiente para impedir a Apple em trazer a segurança como um dos principais quesitos do iOS, a plataforma usada no iPhone e no iPad. A companhia fez um trabalho tão bom que até melhorou a qualidade do seu smartphone.
O site americano InfoWorld produziu uma análise sobre o que a companhia fez com a segurança da sua plataforma móvel. O estudo mostra que a sistema operacional nem sempre foi assim. Quando lançado, o browser rodava como raiz. Se a segurança era piada na época, hoje não é mais.
Foram quatro áreas em que a Apple se focou.
Também existe um pouco de “segurança por obscuridade”. Não que o iPhone seja obscuro, mas é difícil de achar o dispositivo diretamente. Os smartphones aparecem nas redes como se as pessoas estivessem utilizando 3G e então mudassem para Wi-Fi, ou desaparecem completamente quando eles entram em elevadores e outras áreas que não têm serviço. Isto, combinado com controles restritos dos aplicativos na App Store e com a restrição do que o usuário pode fazer em uma janela de browser, torna bem difícil para os hackers tomar os aparelhos mesmo que tenham conseguido em PCs Windows e Mac OS X mais recentemente.
A Apple não é a única bem sucedida ao proteger os usuários. O Windows Phone 7 tem proteções similares. Ele já lançou três atualizações desde o lançamento, a última é estritamente para corrigir um possível problema de segurança envolvendo certificados SSL fraudulentos. Já o Android deve dar passos maiores nesta área. Grande parte das atualizações para telefones com a plataforma tendem a ser de versão. Este não é um problema do Google, e sim uma questão de fabricantes – que não gostam de estar no negócio de atualização, porque custa dinheiro para testar, implantar e dar suporte a qualquer problema que possa surgir.
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