O CPqD lançou há cerca de um ano um programa de intraempreendedorismo para desenvolver soluções complexas com preços acessíveis. Os resultados começam a aparecer. O primeiro negócio surgido a partir da iniciativa é a Zelox, provedora de ferramentas de gestão integrada de fraudes e eventos no modelo como serviço (SaaS) para instituições financeiras de menor porte.
?Protegemos operação em cartão de crédito, débito e vouchers e internet banking?, explica Alexandre Gomes, executivo à frente da startup, revelando que, a partir do terceiro ou quarto ano, a empresa poderá transacionar 10 milhões de operações por dia.
Segundo o executivo, nos primeiros 12 meses de operação, a Zelox deve atingir volume de 3 milhões a 5 milhões de cartões monitorados por ano. Em cinco anos, seriam algo como 30 milhões de cartões de crédito, que geraria receita anual entre 25 milhões a 30 milhões de reais.
?Os outros cartões (private label e de serviços) devem representar 15 a 25 milhões de reais?, dimensiona Gomes, citando que, no mesmo intervalo de tempo, tarjetas de débito devem atingir o mesmo patamar. Assim, o faturamento total mínimo estimado pela companhia giraria na casa dos 50 milhões de reais ao ano.
A ferramenta da Zelox tem parcerias da Algar (que entra com a infraestrutura) e da Fico (responsável pelo fornecimento da plataforma tecnológica de detecção de fraudes). Contudo, CPqD é o único acionista atual, mas o negócio encontra-se aberto a investidores.
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