A fabricante ainda não tem os valores economizados com as transações online. “Estamos fazendo um piloto do ROI (Return-of-Investiment) e esse levantamento será feito em 2001”, adianta Charles Schrijnemaekers, gerente de desenvolvimento de negócios da Intel.
Hoje, a empresa possui 25% de todos os seus fornecedores diretos (de matéria-prima aos itens de escritório)dentro do e-business, que totalizam 80% das compras diretas de material. A meta da companhia é atingir os 80% dos fornecedores até o final do próximo ano.
Apesar de ainda não estimar o retorno do projeto interno de e-business em valores, Schrijnemaekers lista outros ganhos já percebidos na corporação. Ele cita a redução de tempo na entrega de documentos confidenciais, que antes variava de duas a três semanas e hoje foi encurtado a apenas 30 minutos. “Isso faz uma significativa diferença na tomada de decisões”, reforça.
Pelos dados da Intel, os analistas agora geram 40% a mais de pedidos de compras no mesmo período de tempo e os erros de processos caíram 75%. “Estamos avançando bastante. Em 1999, nossa média mensal de movimentação era de US$ 1.1 bilhão e, desde maio passado, alcançamos os US$ 2 bilhões”, comemora o gerente.
A Intel Corporation prevê faturamento global de US$ 30 bilhões no ano fiscal 2000, que se encerra em dezembro.
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