A constatação foi assustadora. De todas as mensagens recebidas por e-mail na Editora Special Books Services (SBS), 96% eram lixo eletrônico. “Eram mensagens de medicamentos, de ‘emagreça’, propagandas de tudo quanto é coisa”, conta a gerente de TI, Simone Galiazi.
Para resolver o problema, ela procurou no mercado opções de anti-spam. Desenvolveu projetos-piloto com três delas e acabou escolhendo a Sonicwall E-mail Security 200, implementada pela integradora NetMicro.”O usuário recebe um resumo diário das mensagens bloqueadas que foram identificadas como lixo. Caso algum e-mail seja válido, ele mesmo pode desbloquear, sem precisar da ajuda da área de TI”, explica.
Outra vantagem é que o contrato foi fechado sob demanda, ou seja, mensalmente é calculada a quantidade de contas que precisarão do anti-spam, o que evita subutilização. “Existe rotatividade de funcionários. Então, tem mês com mais contas, mês com menos contas”, diz.
Para Simone, o investimento em anti-spam repercutirá diretamente na produtividade. “Corríamos o risco de perder mensagens realmente importantes, de sobrecarregar o servidor e de receber vírus. Fora isto, ainda usávamos mal a nossa mão-de-obra, porque o funcionário, que custa dinheiro, gastava um tempo precioso abrindo tantos e-mails”, defende.
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