A operadora de telecomunicações GVT precisa garantir eficiência em suas aplicações de tecnologia da informação para se destacar no competitivo mercado de telefonia. A capacidade de tornar disponíveis novos serviços para os clientes é um dos pontos fundamentais, mas o sistema de relacionamento com os clientes (CRM) Siebel utilizado pela operadora gerava impacto negativo a velocidade de lançamento de produtos.
“Como é uma linguagem fechada, a ferramenta não está preparada para desenvolvimento paralelo realizado pelos nossos programadores. Além disso, não conseguíamos ver as mudanças feitas já que o código é fechado e o repositório interno de informações dificultava o acesso”, explica Francisco Lauriano de Assis, analista de sistemas de tecnologia e arquitetura da GVT.
Neste momento, conta, a empresa optou por uma solução de gerência de requisitos e configuração e mudança da Borland, com customização feita pela integradora Rhealeza. Este sistema roda juntamente com o Siebel.
A solução da Borland permitiu que os inúmeros projetos em fase de desenvolvimento de implementação pudessem ser controlados, independentemente da quantidade de profissionais ou das áreas envolvidas.
Assim, os cinco ambientes de trabalho compartilhado – desenvolvimento, reunião (assembly), teste integrado, homologação e produção – puderam ser integrados, com controle do tempo de cada um dos projetos e do fluxo de trabalho relacionado.
Com isso, defende o gerente, foi possível garantir a característica de inovação dentro da empresa, apontada por ele como um dos pontos fundamentais para garantir espaço neste mercado. “Para sobreviver em telecomunicações, precisamos colocar novos serviços no ar com velocidade. Nesta estrutura, reduzimos o tempo médio de três meses para 15 dias”, comemora.
Lauriano destaca também que a solução permitiu a criação de uma interface gráfica com mapeamento mais detalhado das iniciativas dentro da infra-estrutura. “Agora, podemos ver os produtos como pacotes que entram e saem das diversas ferramentas”, conta. A solução customizada permitiu que os dados no CRM pudessem ser acessados com mais facilidade.
Ao todo, o projeto consumiu 15 mil dólares, com a aquisição da solução, migração, treinamento de desenvolvedores e o integrador, e levou menos de três meses para sua conclusão. “Em resumo, nossos processos ficaram muito mais baratos na nova estrutura. Se usássemos uma solução em Java, seria simples. Mas como era em Siebel, um sistema fechado, foi mais complexo conseguir o que buscávamos”, completa.
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