1) Selecionar as melhores sementes – todos devem buscar por profissionais melhores do que eles próprios, mais talentosos e mais inteligentes, indicando que não temem perder a posição, e sim usar esses talentos da maneira mais adequada. Aqui também é necessário mostrar essa preocupação ao novo funcionário para que ele se sinta capaz e entenda que se enquadra na cultura da organização;
2) Adotar políticas de boas-vindas – o profissional contratado deve passar por rituais de iniciação, conhecer os diferentes departamentos e equipes da companhia e ser inserido em um plano específico de transição;
3) Inspirar o funcionário – a empresa deve mostrar o significado do trabalho de cada um dos seus funcionários, assim como os valores que têm internamente e suas competências externas;
4) Conversar – ao ser honesto e acessível e ao compartilhar informações com o subordinado, o superior mostra que também tem vulnerabilidades. Ele também deve cumprir sua palavra. O resultado será uma relação mútua de confiança;
5) Escutar – é importante buscar sugestões junto aos profissionais e contar com a sua participação na tomada de decisões;
6) Reconhecer – ao sentirem seu trabalho apreciado, o funcionário tende a ficar mais motivado para dedicar mais esforços à companhia. Para isso, é necessário que haja reconhecimento àqueles que superam as expectativas e que os superiores estejam dispostos a agradecê-los pelo bom trabalho desenvolvido;
7) Entender que todo profissional possui vida pessoal – é preciso saber responder às necessidades pessoais do funcionário, ser flexível para questões que envolvam a sua família e dar a ele o tempo e suporte necessários em momentos de crise pessoal. As melhores empresas não adotam o tempo trabalhado como única métrica de qualidade de um empregado. Essa prática também conduz a um ambiente solidário;
8) Celebrar – compartilhar e comemorar com os funcionários alegrias e conquistas pessoais, como o êxito em um curso superior, um casamento ou o nascimento de um bebê é outra prática que leva à cultura de camaradagem;
9) Compartilhar recompensas – quando as metas são alcançadas e uma empresa registra lucro significativo, por exemplo, o mérito não é exclusividade de um ou outro diretor. A hierarquia na hora de dividir recompensas e bônus deve ser rompida.
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