Especializada em suprimentos para armazenamento de dados removíveis, a Imation faturou, ano passado, US$ 25 milhões no mercado brasileiro e estima um incremento de 25% para 2002. Emílio Maitin, gerente geral da Imation Brasil admite que a meta é bastante agressiva e que a estratégia de premiação por volume de venda para o canal deve atingir os resultados esperados.
David Wenck, vice-presidente de operações internacionais, informa, porém, que a corporação deve sofrer o impacto da desaceleração econômica com uma queda de 5% em relação ao plano previsto para 2002. Com certeza deve ocorrer uma redução, mas é muito pequena, destaca Wenck.
O executivo afirma ainda que cerca de 44% do volume de vendas da Imation ocorre fora dos Estados Unidos e a tendência é que a exportação siga um ritmo acelerado em relação ao desempenho norte americano.
Segundo Maitin, cerca de 80% da receita representa a venda da linha Digital Data Storage, sendo que 65% desse total é destinado ao segmento corporativo. O Brasil tem uma demanda muito grande neste segmento. Estimamos um potencial de mais de US$ 100 milhões, observa Maitin.
Empenhada no segmento de armazenamento, a Imation vendeu por US$ 50 milhões as unidades de Color Proofing e Color Software para a KPG. Há cinco anos no País, a Imation opera 95% via canais, entre os quais se destacam BOS, César Reis, Infomídia, JC Tel, Rio Mídia e TPM.
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