A realização do IDF SP 2012, não por acaso, coincidiu com as comemorações do jubileu de prata da representação da Intel no Brasil. Um quarto de século não é coisa pouca, principalmente considerando que a Intel integra um ramo relativamente recente da estrutura industrial, o das empresas fabricantes de dispositivos de alta tecnologia. Portanto, as comemorações são inteiramente válidas e justificadas.
Mas nem por isto o IDF SP 2012 foi um evento voltado para o passado. Muito pelo contrário: feita a menção ao jubileu logo no início da palestra de abertura de Fernando Martins, Presidente da Intel Brasil, seguida de um breve resumo das principais realizações nestes 25 anos, não mais se falou no passado. E o futuro voltou a ser, como sempre, o mote do evento.
E um futuro “comprimido”: o plano estratégico da empresa para o futuro imediato, divulgado no evento, contempla acelerar as atividades e, sobretudo, os investimentos da Intel no país de tal forma que dentro do próximo lustro consiga acumular um cabedal de realizações equivalente a tudo o que já fez até agora. Por isto o plano recebeu o nome de “25 anos em 5”.
É claro que muito disto tem a ver com a posição que o Brasil passou a ocupar no mercado de PCs. Porque, como bem mencionou Martins em sua palestra, “todos sabemos que o Brasil hoje é a sexta economia mundial, tendo ultrapassado recentemente a Grã Bretanha, mas poucos sabem que somos hoje o terceiro maior mercado de PCs do mundo, ultrapassados apenas pelos Estados Unidos e China“. Por isto a empresa apoiou seu plano de desenvolvimento em três sólidos pilares: o crescimento do mercado de PCs tanto nos lares quanto nas pequenas e médias empresas, a penetração em novos mercados além do PC (como tabletes e telefones espertos) desenvolvendo projetos de tecnologia embarcada para estes dispositivos e, finalmente, o aumento do compromisso da empresa com projetos de apoio à educação e inclusão digital no país, que contempla parcerias para a implementação de uma estrutura nacional de computação em nuvem baseada nos novos processadores Xeon para servidores.
Um dos pontos básicos do primeiro destes pilares é o lançamento de uma nova categoria de computadores portáteis, os Ultrabooks, justamente o tema da coluna anterior. Vamos, então, dedicar esta aos demais pontos.
SpaceX, Anthropic e OpenAI estão no radar de Wall Street para possíveis aberturas de capital…
por Eduardo Honorato Falar sobre infraestruturas críticas na Era Digital tem sua própria complexidade dentro…
A adoção de inteligência artificial (IA) nas empresas não depende apenas da disponibilidade de ferramentas.…
A Cohesity anunciou a concessão da Patente Nº 12.619.501 pelo Escritório de Patentes e Marcas…
Diogo Cortiz, professor da PUC-SP e doutor em Tecnologias da Inteligência e Design Digital, tem…
DJ Sampath chegou aos Estados Unidos há 30 anos com oito dólares no bolso e…