Lee Jae-yong, presidente e herdeiro da Samsung, negou novamente ontem (19/2), durante interrogatório da Promotoria da Coreia do Sul, a acusação de suborno e de outros delitos em esquema de corrupção.
O executivo foi detido na última semana por suspeita de receber suborno e por outros crimes. Os investigadores suspeitam que ele autorizou o apoio financeiro de Samsung a Choi Soon-sil, amiga íntima da presidente Park Geun-hye e apelidada de “Rasputina sul-coreana”, em troca do sinal verde do governo em um acordo de fusão de duas de suas filiais.
O Tribunal do Distrito Central de Seul ordenou sua detenção depois que a Promotoria apresentou provas adicionais sobre as acusações de suborno, obstrução à justiça e violação da lei sobre a transferência de ativos no exterior, entre outros crimes.
Lee e outros responsáveis da Samsung admitiram previamente ter pagado 43 bilhões de wons (US$ 37 milhões) a entidades supostamente controladas pela “Rasputina”.
Lee permanecerá detido enquanto a Promotoria inicia formalmente a acusação em um prazo de até 20 dias.
*Com informações do G1
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