O preço sugerido do equipamento é de R$ 1.100 e a empresa já tem encomendas do aparelho por operadoras TDMA, mas não quis revelar os nomes.
“Esses celulares serão fabricados em Manaus, na fábrica NGI que está sob controle da Nokia”, afirma Sidnei Brandão, diretor geral da Gradiente Telecom. O executivo explica que o contrato de OEM entre as duas empresas permanece, mesmo após a compra da planta pela Nokia.
A Gradiente também afirmou, durante o Futurecom – evento de telecomunicações que acontece até sexta-feira em Foz do Iguaçu – que está investindo pesado em WLL (Wireless Local Loop), mas não divulgou os números. Uma das primeiras ações da estratégia será participar do leilão para a escolha de terminais WLL da operadora espelho Vésper.
A Vésper está relizando um leilão, que acontecerá na próxima quarta feira, para definir a fornecedora de 1 milhão de aparelhos WLL. “Temos potencial para fazer o WLL um produto de massa, mas não vamos oferecer a infra-estrutura”, afirma Brandão.
O executivo prevê para o 2000, a comercialização de dois milhões de aparelhos usando a tecnologia e em três anos esse número pode chegar a cinco milhões, só no Brasil.
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