O Ministério da Justiça — por meio da Secretaria Nacional do Consumidor (Senacon) — pediu explicações à Microsoft para entender se clientes do Brasil poderiam ser afetados por uma falha de segurança e, caso resposta afirmativa, se essas pessoas foram comunicadas da possível exposição de seus dados.
O caso foi divulgado pela empresa no dia 22 de janeiro, em sua página de segurança. Nela, a marca anunciou a correção de uma falha da sua base de dados com potencial de expor 250 milhões de dados armazenados na área de suporte ao cliente da empresa, como endereços de IP, localização e notas internas digitadas por funcionários da empresa durante o atendimento.
A companhia informou que o caso se deu por erro na configuração de um servidor interno e que as informações de seus serviços de cloud não foram afetadas por essa brecha. A brecha foi descoberta pelo especialista de segurança Bob Diachenko.
“Desejamos sinceramente pedir desculpas e tranquilizar nossos clientes de que estamos levando a sério e trabalhando diligentemente para aprender e tomar medidas para evitar qualquer reincidência futura.” , afirmou a empresa na publicação.
A Microsoft tem até dez dias após o pedido do governo para apresentar uma resposta.
A OpenAI divulgou na última quarta-feira um relatório revelando que propagandistas ligados à China utilizaram…
A Anthropic enviou ao Congresso dos Estados Unidos, na última quarta-feira, uma série de recomendações…
A Leo, maior revendedora de insumos para marcenaria do Brasil, finalizou a migração de seu…
A NTT Data criou um AI Office no Brasil, uma iniciativa estratégica para inovar no…
O Centro Histórico-Cultural da Santa Casa de Porto Alegre encontrou na inteligência artificial uma forma…
O LinkedIn anunciou hoje (10), em evento para imprensa em São Paulo, a marca de…