Gestão

Banco do Brasil cria estrutura para governança de IA com IBM e EY

O Banco do Brasil, mais antiga instituição financeira brasileira, deu detalhes de um projeto que criou uma estrutura de governança de inteligência artificial para desenvolver, monitorar e gerir modelos de forma responsável. O projeto foi executado com a IBM e a EY.

O BB queria escalar o ambiente tecnológico, tanto para alcançar objetivos de negócio como para atender as expectativas dos clientes, especialmente as relacionadas à segurança e à hiperpersonalização. Outra preocupação foi implementar governança nas etapas da IA, olhando para temas como ética, transparência e privacidade.

A IBM entrou com a tecnologia para monitoramento e automação, e a EY complementou com metodologias, para que os modelos estejam em conformidade com valores organizacionais e requisitos regulatórios. A nova estrutura incorpora regras, fases e controles para o desenvolvimento de IA, e foi desenvolvida a partir do toolkit IBM watsonx.governance.

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A tecnologia também integra outros componentes da plataforma watsonx e Cloud Pak for Data. A EY entrou com a construção da estrutura de governança que incorpora regras, fases e controles para o desenvolvimento de IA. O Generative AI Lifecycle Framework da consultoria promete metodologias para transparência, mitigação de vieses, conformidade regulatória e alinhamento ético.

“A IA é uma tecnologia poderosa, mas precisa ser tratada com seriedade, com curadoria humana e alinhamento estratégico e a governança entra como elemento-chave para escalar IA com responsabilidade”, diz em comunicado Giuliane Paulista, gerente executiva de governança de IA do Banco do Brasil.

A combinação de tecnologia e metodologia de IBM e EY também promete testes e checklist de validação de fornecedores, mitigação de riscos de exposição de informações sensíveis e riscos associados às aplicações, monitoramento para garantir conformidade e eficiência, além de estruturação de papéis e responsabilidades.

Segundo Sérgio Fortuna, VP de vendas da IBM Brasil, muito embora a IA não seja novidade para o setor bancário, há um “novo momento” graças à IA generativa. E que a nova estrutura do BB “busca garantir que os modelos analíticos desenvolvidos e utilizados pelo banco passem por processos criteriosos de avaliação de riscos, aprovação e monitoramento”.

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