Categories: Notícias

Gerenciamento de identidade pode ser resposta para segurança nas empresas

Em quase todas as discussões sobre incidentes com segurança, é certo que o usuário final será lembrado como o elo mais fraco que caiu na armadilha de phishing e  acabou por abrir uma porta para agentes maliciosos entraram no sistema da empresa.
Eles são os culpado por criar senhas ruins? Isso até pode ser verdade. Mas também é fato que não é justo jogar toda a culpa no usuário final, que tem de lidar com uma porção de novas e cada vez mais elaboradas ameaças, bem como lembrar das combinações para cada serviço que precisar acessar.
Como resolver a questão? Sistemas de gerenciamento de identidade podem ajudar nesse caso. Esse tipo de sistema permite efetuar um login único e possibilita o acesso à vários locais.
Login único
Os administradores de TI podem criar um sistema seguro por meio do qual o usuário efetua o login uma única vez e tem acesso liberado a uma variedade de serviços. Assim, é possível acabar com o dever de memorizar uma porção de senhas ao mesmo tempo. Além disso, também é possível criar uma autenticação com um segundo fator – como enviar um código ao smartphone ou mesmo smartwatch do usuário, ou ainda usar o touch-ID do dispositivo – para garantir a identidade de quem está acessando o sistema.
Credenciais são a chave
Claro que se um cibercriminoso estiver realmente empenhado em invadir um sistema ele irá tentar, de todas as formas, achar uma brecha para entrar. O fato é que roubar credenciais é uma forma fácil e eficiente de fazê-lo. Assim, proteger a identidade é uma forma de segurança mais inteligente, visto que nenhum ser humano é capaz de pensar em senhas fortes o suficiente e trocá-las por outras igualmente robustas regularmente.
Para David Cowan, que tem financiado empresas de segurança desde os anos 1990 pela Bessemer Venture Partners, é hora de parar de culpar os usuários finais e entender que o gerenciamento de identidade é um bom lugar para começar a assegurar sistemas, afirmou ao Tech Crunch.
“Temos de deixar de lado essa ideia de que os usuários só precisam ser mais inteligentes. Mesmo os especialistas cibernéticos mais experientes são vítimas de ataques de phishing sofisticados; e nenhum ser humano pode regularmente criar, lembrar e atualizar senhas fortes únicas para cada aplicação”, observou, completando que é preciso utilizar a tecnologia para ajudar na proteção.

Recent Posts

Propagandistas chineses usaram ChatGPT para gerar conteúdo contra tarifas de Trump e expansão de data centers nos EUA

A OpenAI divulgou na última quarta-feira um relatório revelando que propagandistas ligados à China utilizaram…

6 horas ago

Anthropic pede ao Congresso americano que preserve leis estaduais de IA na ausência de regulação federal robusta

A Anthropic enviou ao Congresso dos Estados Unidos, na última quarta-feira, uma série de recomendações…

7 horas ago

Leo conclui migração para SAP S/4HANA e acelera estratégia de digitalização

A Leo, maior revendedora de insumos para marcenaria do Brasil, finalizou a migração de seu…

7 horas ago

NTT Data cria AI Office no Brasil para acelerar a transformação empresarial com IA

A NTT Data criou um AI Office no Brasil, uma iniciativa estratégica para inovar no…

8 horas ago

IA reduz em 90% o tempo de transcrição de acervo histórico da Santa Casa de Porto Alegre

O Centro Histórico-Cultural da Santa Casa de Porto Alegre encontrou na inteligência artificial uma forma…

9 horas ago

LinkedIn chega a 100 milhões de usuários no Brasil e mira a era dos agentes de IA

O LinkedIn anunciou hoje (10), em evento para imprensa em São Paulo, a marca de…

9 horas ago