O novo hacker é alguém focado, organizado e inventivo. Nada muito diferente do verificado há anos, quando os primeiros vírus foram criados. A grande ameaça gerada por aqueles que utilizam de seus conhecimentos em tecnologia para invadir ambientes alheios é ocasionada por um pequeno, mas importante detalhe: agora eles são pagos. O alerta foi feito pelo Technology Officer (CTO) e fundador da Sourcefire, Martin Roesch, durante a passagem do executivo ao Brasil, nesta semana.
“Antigamente você não conseguia ganhar dinheiro hackeando. Era possível ser remunerado se, de alguma forma, você descobrisse uma vulnerabilidade de um sistema e vendesse a proteção à empresa atingida”, comparou. Segundo o especialista, é difícil dizer quanto o cibercrime gira no mundo, “mas o valor, com certeza, é de alto volume”.
O executivo brincou que é injusta a competição entre “empresas” especializadas em invadir ambientes virtuais e aquelas que efetuam pesquisa e desenvolvimento para coibir tais atos. “Sabemos que essas pessoas ganham muito dinheiro, e não têm custos como as companhias regulares, com departamento financeiro, fiscal, recursos humanos… todos os esforços são direcionados a operação e ao desenvolvimento dos ataques”, comparou. “Este ambiente no qual vivemos é muito interessante.”
Fica difícil, portanto, impedir que o número de invasões e ataques cresça.
A Unico, empresa brasileira especializada em identidade digital e biometria facial, ingressou com ações nas…
A Salesforce anunciou parceria com a FIFA como apoiadora oficial da Copa do Mundo de…
Neil Redding será o palestrante de abertura do IT Forum Praia do Forte 2026. Com…
Apesar da consolidação da computação em nuvem como um dos pilares da transformação digital, uma…
As equipes de segurança cibernética enfrentarão um cenário cada vez mais complexo nos próximos anos,…
Apenas uma em cada três pessoas dos Estados Unidos aprova o ritmo acelerado de construção…