O FBI confirmou envolvimento do governo da Coreia do Norte com o ciberataque à Sony Pictures, que culminou no vazamento de dados da companhia e o cancelamento da estreia do filme “A entrevista”, prevista para 25 de dezembro.
O grupo “Guardians of Peace”, que assumiu autoria da invasão, ameaçou a empresa caso a comédia fictícia sobre planos da CIA de matar o líder coreano fosse exibida nos cinemas.
Em comunicado oficial, o FBI informou que investigações técnicas concluíram a existência de semelhanças entre o malware que comprometeu os sistemas da Sony e outras ameaças que usam de mesmos mecanismos de invasão originadas na Coreia do Norte.
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O FBI afirmou que há semelhanças em linhas de código específicos, algoritmos de encriptação, métodos para apagar dados e redes comprometidas. Além disso, o órgão descobriu diversos endereços de IP associados à infraestrutura da Coreia do Norte conectados a endereços de IP que estavam codificados no malware utilizado no ataque.
As investigações também apontam que a ferramenta usada na invasão possui semelhanças com ciberataques realizados em março do último ano contra bancos e empresas de mídia da Coreia do Sul, os quais foram de autoria da Coreia do Norte.
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