Gerhard Eschelbeck, CTO da companhia, acredita que o cenário deve-se ao fato das companhias continuarem instalando softwares não atualizados. Para o executivo, as companhias teriam que ser mais pró-ativas em aplicar os patches nos sistemas e aos fabricantes caberia resolver essas vulnerabilidades durante o desenvolvimento das soluções.
No entanto, quando os bugs não são tão sérios, o problema é ainda maior. O tempo médio de correção chega a 60 dias, o que em 80% dos casos é suficiente para hackers a explorarem. A pesquisa foi realizada a partir de 1,5 milhão de mapeamentos durante o período de um ano e meio. Com isso, ao invés dos problemas desaparecerem, eles continuam presentes e sempre reaparecendo.
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