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Facebook é principal alvo de ataques na internet em dezembro de 2011

O Facebook foi o principal alvo das ações dos cibercriminosos em dezembro, apontou a empresa de segurança Eset. A companhia também apontou que a morte do ditador da Coreia do Norte Kim Jong-II também foi um dos motes mais utilizados para a propagação de ameaças digitais no último mês. Em ambos os casos, constatou-se o uso de estratégias de Engenharia Social para atacar os internautas.

O Facebook foi eleito como principal alvo dos ataques, de acordo com a empresa, por ser a rede social com maior número de usuários em todo o mundo. Em dezembro de 2011, uma das ações detectadas nesse ambiente foi um caso de phishing. Na prática, o ataque utilizava uma postagem no mural das vítimas, convidando-as a assistir a um vídeo no qual supostamente apareciam.

Ao clicar no link do vídeo, o usuário era direcionado a instalação de um plugin que, na verdade, era um phishing. A ameaça conduzia as vítimas a um site de suposto serviço premium de SMS para outros celulares com custo já incluído.

Já no caso dos ciberataques que utilizaram a morte do líder coreano Kim Hong-il, que teve um enfarte fulminante no último dia 17 de dezembro, os criminosos virtuais divulgaram, por meio do YouTube, uma suposta gravação do momento do falecimento do ditador. Ao clicar no link para assistir ao vídeo, as pessoas eram induzidas a instalar o código malicioso em seus computadores. Para isso, entravam em uma página que prometia conteúdo grátis e ilimitado de séries e filmes em troca da instalação de uma barra de ferramentas para o navegador determinado.

?Os casos de propagação dos códigos maliciosos com o uso de estratégias de Engenharia Social que apareceram durante o mês de dezembro apenas confirmam o que já havíamos antecipado em nosso relatório Tendências 2012. No documento, relacionado à questão da segurança na internet para este ano, apontamos que nos próximos meses, surgirão ameaças que são pouco frequentes, mas de alta complexidade e grande impacto. Poderemos verificar ainda a proliferação de ataques mais simples e de fácil execução para os desenvolvedores?, afirmou Sebastián Bortnik, coordenador de Awareness & Research da EsetAmérica Latina, em nota oficial.

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