A principal ação do vírus – que já foi encontrado em aproximadamente 15 variações – é a drenagem da carga da bateria dos telefones móveis.
Para a firma de pesquisas, o fato de o vírus ter chegado aos Estados Unidos é relevante, mas ainda não é motivo de preocupação. Segundo a empresa, o perigo é pequeno neste momento.
Diferentemente dos vírus de computador que se alastram rapidamente via internet, o Cabir foi mais vagaroso porque viaja somente curtas distâncias, por meio da tecnologia wireless conhecida como Bluetooth.
Porém, esse tipo de vírus tende a crescer no futuro com a sofisticação dos próprios criadores desses vírus e com a padronização de aparelhos com base em tecnologias que tornam mais fácil para esses vírus se espalharem por meio de dispositivos. Segundo o especialista, aparelhos com muitos recursos são mais vulneráveis do que aqueles mais básicos, que só dispõem de recursos de voz.
A Cohesity anunciou a concessão da Patente Nº 12.619.501 pelo Escritório de Patentes e Marcas…
Diogo Cortiz, professor da PUC-SP e doutor em Tecnologias da Inteligência e Design Digital, tem…
DJ Sampath chegou aos Estados Unidos há 30 anos com oito dólares no bolso e…
A evolução da inteligência artificial nos serviços financeiros ainda esbarra em desafios relacionados à experiência…
A Motorola Solutions anunciou a assinatura de um acordo definitivo para adquirir a D-Fend Solutions,…
Nesta terça-feira (2), a Meta anunciou a expansão global de configurações de conteúdo para contas…