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Estudo: apenas 5% das empresas usam uma única nuvem privada ou pública

Uma grande mudança aconteceu nas necessidades de negócios sobre uso de nuvem, de acordo com um estudo global da IBM. Segundo o documento, 5% dos entrevistados relatam usar uma única nuvem privada ou pública em 2021, em comparação a 45% em 2019, estabelecendo a nuvem híbrida como a arquitetura de TI dominante.

Segundo o documento, a complexidade de infraestrutura cria portas de entrada que estão sendo exploradas por cibercriminosos. Porém, mais de um terço dos entrevistados não indicou que melhorar a segurança cibernética e reduzir os riscos de segurança estão entre seus maiores investimentos em TI e negócios.

Ao mesmo tempo, 84% disseram que segurança de dado embutida em toda a arquitetura de nuvem é importante ou extremamente importante, na maioria dos casos, para as iniciativas digitais de sucesso.

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Para cerca de 85% dos entrevistados, o sucesso de suas iniciativas digitais depende de ter cargas de trabalho sendo completamente portáteis com nenhum vendor lock-in, que ocorre quando uma empresa fica presa a apenas um fornecedor.

Aproximadamente 73% dos entrevistados disseram que vendor lock-in é um obstáculo significativo para melhorar o rendimento do negócio, na maioria ou em todas as partes de seu estado na nuvem.

“No começo da sua jornada para a nuvem, algumas empresas se envolveram com várias nuvens diferentes que criaram complexidade e partes desconectadas, potencialmente expondo-as para grandes ameaças de segurança”, disse Howard Boville, Head de IBM Cloud Platform. “As descobertas de hoje reiteram que ferramentas de segurança, governança e compliance devem operar através de múltiplas nuvens e ser incorporadas em arquiteturas de nuvem híbrida desde o início para a transformação digital ser bem-sucedida.”

O estudo revelou que companhias precisam avaliar como usam a nuvem em termos de adoção, velocidade, migração e oportunidade de economia de custos. Segundo a pesquisa, é necessário determinar onde a carga de trabalho crítica está e examinar quem e o que tem acesso a ela. Testar regularmente se os controles de segurança e políticas de privacidade estão sendo cumpridos e também se os ativos configurados incorretamente e vulnerabilidades de software estão sendo prontamente resolvidos.

O estudo global, conduzido pelo IBM Institute for Business Value (IBV) em colaboração com a Oxford Economics, entrevistou quase 7.200 executivos C-suite de 28 indústrias e 47 países, incluindo Argentina, Brasil, Chile, Colômbia, Equador e México.

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