Quando a HubSpot, empresa de marketing e vendas de software baseada nos Estados Unidos, estava em seus primeiros anos de vida, seu cofundador e CEO Brian Halligan costumava dizer sim para quase tudo: novas funcionalidades, iniciativas e ideias.
“Isso permitiu que minha equipe se movesse rapidamente e fizesse as coisas. Eu me orgulhei por ser um homem “sim”. Estávamos trabalhando arduamente para melhorar o mercado de produtos, então qualquer coisa que pudéssemos fazer para obter mais clientes e encontrar o mix de recursos certo era uma oportunidade de aprendizagem crítica”, escreveu o executivo em artigo para a Harvard Business Review.
Depois que a empresa cresceu, um dos membros do nosso conselho o alertou para o fato de que o executivo precisava adicionar a palavra “não” ao seu vocabulário de gerenciamento. Halligan, então, adotou algumas práticas para balancear o sim e o não.
Halligan relata que sua empresa é razoavelmente plana e todos têm espaço para opinar. Às vezes, porém, defensores ardentes no curto prazo da decisão retornavam ao executivo tentando fazê-lo mudar de ideia, com dados adicionais ou um porta-voz mais efetivo.
“Geralmente, eu veria sentido no argumento e também lhe daria metade de uma luz verde. Inevitavelmente, isso levou a uma tentativa de convencimento de todas as partes, que com frequência faziam isso”, lembrou.
Por isso, aconselha, é preciso deixar claro o não, muitas vezes, até registrando por e-mail a decisão, dissipando tentativas de mudança de ideia.
Ele lembrou que quando a empresa era uma startup, era possível tomar decisões mais rapidamente, e isso não era necessariamente um problema se fosse a decisão certa. “Poderíamos examinar os resultados, e se não víssemos resultado compatível com a promessa inicial, éramos rápidos o suficiente para ajustar, mudar de curso ou, se necessário, reduzir nossas perdas”, comentou.
Segundo ele, essa mentalidade empreendedora e vontade de dizer “sim” foi fundamental para encontrar o ajuste do mercado do produto. No entanto, prosseguiu, no modo de expansão, a virtude de manter as opções abertas e a mudança de engrenagens com base em novas informações, é disruptiva e dispendiosa.
A Anthropic enviou ao Congresso dos Estados Unidos, na última quarta-feira, uma série de recomendações…
A Leo, maior revendedora de insumos para marcenaria do Brasil, finalizou a migração de seu…
A NTT Data criou um AI Office no Brasil, uma iniciativa estratégica para inovar no…
O Centro Histórico-Cultural da Santa Casa de Porto Alegre encontrou na inteligência artificial uma forma…
O LinkedIn anunciou hoje (10), em evento para imprensa em São Paulo, a marca de…
A inteligência artificial deixou de ocupar apenas o espaço de experimentação nas empresas brasileiras e…