Estudo encomendado pela GSM Association e conduzido pela consultoria Arthur D. Little (ADL) constatou que as limitações de espectro encontradas em países da América Latina estão entre as mais restritivas do mundo. Pelas conclusões do estudo, essas barreiras enfrentadas por operadoras em algumas nações já impedem a utilização da banda larga na região.
Os dados mostram que, em relação aos países da Europa, Estados Unidos e Canadá, o espectro liberado para exploração é pequeno. Na Colômbia, cada operadora tem direito a no máximo 40MHz. O país da região com maior taxa é o Brasil, que chega a 80MHz. A disponibilidade total em cada um dos mercados avaliados (que inclui Chile, Argentina e México) é inferior a 200MHz. América do Norte (exceto México) e a maioria dos países da Europa possuem mais de 300MHz de espectro para exploração comercial.
Projeções da União Internacional de Telecomunicações (UIT) para o próximo ano é cada operadora necessite, em cada país, de 840MHz para acomodar a demanda por serviços móveis de banda larga. Segundo concluiu a ADL, a maioria dos países abandonou a limitação de espectro para favorecer a competição no mercado, entendendo que as restrições poderiam atrasar o avanço de novas tecnologias.
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