A febre gerada em torno dos tablets fez brilhar os olhos de muita gente. Operadoras de telecom e fabricantes de hardware e de software se animam com os números que esses dispositivos podem movimentar em um futuro próximo. Projeções impressionam. Empresa de pesquisa, a iSuppli calcula que 12,9 milhões só de iPads serão produzidos em 2010 e estima que número salte para 50,4 milhões ao final de dois anos.
Para não perder o bonde, fabricantes se movimentam. Dentre os grandes, Acer, Asus, Dell e Lenovo já anunciaram ambições no segmento. O mercado especula ainda o lançamento de um tablet da HP rodando uma adaptação do sistema operacional webOS, que veio a partir da aquisição da Palm, por US$ 1,2 bilhão, em abril. A companhia chegou a registrar a marca PalmPad.
Companhias menores e até tradicionais players de TI que não operavam com computadores também querem uma fatia desse nicho que se abre. A Cisco é um exemplo dos que resolveram entrar na briga introduzindo um dispositivo voltado ao corporativo e focado em ferramentas de colaboração, baseado no Google Android.
A maioria – se não a totalidade – dos fabricantes que lançou tablets não revela uma previsão de quando disponibilizará os dispositivos no mercado brasileiro. Enquanto isso não ocorre, calcula-se que milhares de pessoas tragam hardwares como “recordação” de suas viagens ao exterior.
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