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ESET Smart Security 5

O ESET e eu

ESET é uma empresa eslovaca. Para quem está acostumado a usar software desenvolvido nos EUA, pode até soar estranho. E o fato dela ter sido considerada a empresa mais bem sucedida da Eslováquia durante três anos seguidos ? 2008 a 2010 ? talvez não signifique muito. Mas, acredite: ela desenvolve e distribui um dos melhores pacotes de segurança para computadores que eu conheço, o ESET Smart Security.

A empresa ESET nasceu em Bratislava, capital da Eslováquia, mas seu produto é tão confiável que ela se espalhou pelo mundo. Hoje, tem filiais em cinco países e representantes em mais 180. No Brasil o representante é a Protagon, empresa especializada em segurança e sediada em Belo Horizonte.

Eu descobri o ESET por acaso e o uso já há quase dez anos (não sei com certeza pois de produto de segurança que funciona a gente esquece; se tivesse falhado uma única vez eu tenho certeza que me lembraria). Antes dele usava um concorrente muito conhecido. Que, no que toca à proteção, até que funcionava. Mas eu costumo deixar minha máquina principal ligada quase permanentemente, e comecei a notar que ela passou a apresentar uma capacidade de memória RAM livre cada vez menor e desproporcional ao número de programas carregados. Investiga daqui, fuça dali, descobri que entre os processos ativos na memória havia um que ocupava mais de cem MB e, pior, que tendia a crescer com o tempo. Fuçando mais um pouco, constatei que ele era um dos processos disparados pelo pacote de segurança que eu então usava. Liguei para o suporte da empresa e perguntei o que era aquilo. A resposta foi surpreendente: tratava-se de um registro das atividades da máquina mantido pelo software de segurança que começava do zero, logo após a inicialização, e crescia na medida em que acumulava dados. Mas, segundo o educado jovem do suporte, eu não precisaria me preocupar pois “toda vez que a máquina é desligada ele libera a memória e começa novamente do zero quando é ligada novamente”. Retruquei que jamais desligava a máquina exceto quando viajava e, se a coisa funcionava como ele me dizia, o processo acabaria por ocupar toda a memória RAM. Não haveria um meio de purgar os dados? “Infelizmente não”, respondeu o jovem, “o senhor terá que desligar sua máquina periodicamente”.

Como quem decide sobre meus hábitos de trabalho sou eu, não o suporte dos programas, em vez de mudar de hábito mudei de programa. E como enquanto estava procurando por algum que satisfizesse minhas necessidades recebi uma cópia de avaliação do ESET, acabei gostando tanto que ele se aboletou em minha máquina de testes, passou para a principal e hoje garante a segurança de todos os meus micros, inclusive os portáteis. Está instalado até mesmo no meu telefone esperto (há uma versão para Android).

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