“Acreditamos que a Anatel vai pensar no país, por isso vai optar pela continuação de todo o investimento que foi feito nessa área e por toda infra-estrutura que já possuímos”, argumenta o diretor de desenvolvimento de negócios da companhia, Jaime Blanco.
Segundo ele, os benefícios para utilização da faixa 1.9 GHz estão claros. “O consumidor vai ter preços menores porque teremos mais terminais fabricados já que o parque industrial brasileiro está preparado; a operadora vai poder decidir que tecnologia quer utilizar GSM, TDMA ou CDMA e as empresas ainda poderão exportar aparelhos para todos os países da América Latina”, defende Blanco.
A Ericsson já exporta terminais para os países do Mercosul e uma pequena quantidade para os Estados Unidos. “Se a faixa escolhida for 1.8 GHz, ninguém poderá exportar porque a América utiliza a tecnologia CDMA e TDMA e países europeus e asiáticos já possuem produção suficiente para seus mercados”, explica Blanco.
A companhia informou que se a decisão for pela faixa de 1.8 GHz eles têm celulares, infra-estrutura para estações rádio-base e centrais de comutação para participar do mercado, mas os preços serão mais elevados porque só poderão vender para o mercado interno.
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