O diretor-presidente da Automatos, André Fonseca, acredita que o contrato possa ser um fator de impulso da empresa no resto da América Latina.É a melhor coisa que poderíamos ter: um case grande no maior mercado da região, diz. A empresa possui clientes em sete países e três continentes.
Atualmente, 30% da receita da Automatos vem do exterior, metade disso da América Latina.Ao fim do ano, imagino 50% do faturamento vindo do estrangeiro, diz. O sonho é chegar a ter um negócio tão globalizado que o Brasil contribua com a mesma fração que representa o mercado mundial de TI. Segundo o executivo, a vantagem da companhia para atingir clientes no exterior é que o modelo de negócios foi feito para se vender longe.
Nossos serviços são baseados em internet. Oferecemos serviços Web para remover as dificuldades dos clientes, diz.Vender fora do país traz proteção contra crises regionais.
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