Foco é essencial
De olho no amadurecimento da web, Roberto Dariva investiu parte de suas economias na fundação da Navita, empresa que, hoje, é especializada no desenvolvimento de produtos e soluções para portais corporativos e sistemas para mobilidade. Aplicou um montante de cerca de R$ 300 mil, para o qual Dariva não foi atrás de investidores. ?A expectativa, geralmente, é de resultados a curto prazo?, justifica. Além disso, ele queria ter o controle de tudo.
Agora, com a empresa faturando cerca de R$ 3 milhões anualmente, uma carteira de clientes que inclui gigantes como a Companhia Vale do Rio Doce, Gerdau e Abril e parcerias para o fornecimento de sistemas voltados a dispositivos móveis, a Navita tem sido assediada por investidores. ?Estamos estudando as propostas e, se houver uma muito boa, podemos aceitar, mas não é a prioridade?, afirma.
Para chegar a este ponto, no entanto, a Navita enfrentou momentos conturbados. O principal equívoco, na visão de seu fundador, foi tentar ampliar o escopo. Ele conta que recebia propostas para fazer sistemas que não eram sua especialidade e acabava aceitando porque precisava faturar. ?O projeto fica aquém das expectativas e você se queima?, ensina Dariva.
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