O discurso de transformação da EMC chegou ao Brasil. Após propor que parceiros e clientes enxergassem cloud computing, big data e mobilidade como fator chave para o crescimento e mutação dos negócios durante o EMC World, a companhia começa a desenhar sua proposta para o mercado brasileiro, com o início da campanha durante o EMC Forum, em São Paulo.
Brian Gallagher, presidente da divisão de enterprise storage, afirma que desde a crise financeira de 2008, todas as empresas no mundo buscam por duas coisas: reduzir os custos operacionais e aumentar a receita. Dessa forma, ele diz que hoje a EMC está preparada para assumir uma posição chave junto aos clientes para viabilizar essas metas.
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A EMC está focada em alavancar TI como serviço, mirando as transformações estruturais nos negócios por meio de Big Data, afirma. Para isso, pousa no Brasil a estratégia que mira cinco pilares virtualização, nuvem pública, privada e híbrida, e data center definido por software. Este último elemento é o carro-chefe da estratégia da companhia, que lançou a plataforma ViPR para controle de sistemas e infraestrutura, e serviços baseados em dados. Nesta toada entre a parceria com a VMware, lembra Gallagher.
?Além disso, adicionamos a camada de proteção da RSA. Chamamos de Trust, e é essencial para causar a transformação da TI, para permitir que os novos modelos de negócios sejam ativados?, pontua.
Gallagher explica que a visão da EMC sobre transformação da TI está inteiramente baseada nas capacidades de entregar serviços de qualidade para os clientes, diminuindo o tempo e dinheiro que eles investem para cuidar de suas infraestruturas, dando a possibilidade que o core business dessas empresas ganhe tração por entre a organização.
Além desse posicionamento de serviços, a companhia acredita em decisões estratégicas mais assertivas por meio da análise de dados, diz Carlos Cunha, presidente da EMC Brasil. Big data, pontua ele, tem forçado à transformação da forma como as empresas enxergam a TI. ?Dados são usados para decisões estratégicas nas empresas, e, ao mesmo tempo, solicitam não alto desempenho, mas altíssimo desempenho?, ressalta. ?O fator mais importante para o sucesso dessa reformulação dos negócios é o indivíduo, cada um de nós. É chave que o indivíduo lidere esse movimento.?
Dentro dessa nova estratégia da fabricante, o presidente destaca que a companhia tem, além de tecnologia, o suporte necessário para auxiliar os CIOs e as áreas de negócios a acelerarem suas próprias transformações. Parceiros de canal ganham força dentro desse novo esquema, uma vez que eles têm sido treinados e direcionados para ser quase o departamento de TI dos clientes.
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