Em queda desde 2015, as matrículas em cursos de graduação tecnológica apresentaram leve aumento em 2017, de acordo com o Censo da Educação Superior divulgado ontem (20/9) pelo Instituto Nacional de Estudos e Pesquisas Educacionais Anísio Teixeira (Inep).
Cursos de graduação tecnológica são geralmente mais curtos do que os de bacharelado, cuja formação é mais voltada para a inserção no mercado de trabalho. Podem durar dois ou três anos, enquanto os de bacharelado, quatro ou cinco anos.
Em 2017, esses cursos registraram 999,3 milhões de matrículas – aumento de 5,6% em relação a 2016. Em 2014, as matrículas nesses cursos, que vinham crescendo desde 2007, chegaram a mais de 1 milhão. Em 2015, tiveram a primeira queda que seguiu até o ano passado.
Uma das razões apontadas para a queda foi o corte orçamentário, a partir de 2015, no Programa Nacional de Acesso ao Ensino Técnico e Emprego (Pronatec), criado em 2011, com objetivo de ampliar a oferta de cursos de educação profissional e tecnológica.
Em 2017, o aumento das matrículas ocorreu tanto nas redes federal e estadual públicas quanto na rede privada. O maior salto foi registrado nas matrículas em educação a distância (EaD), que passaram de 388,3 mil para 464,3 mil. Com isso, a modalidade passa a responder por 46% do total das matrículas em ensino tecnológico. O número de matrículas presenciais caiu de 558 mil para 535 mil. Uma redução de cerca de 4%.
O número daqueles se formam nesses cursos, no entanto, segue em queda desde 2016. Em 2017, 197 mil estudantes se formaram, uma redução de 8,4% em relação ao ano anterior. Os cursos presenciais puxaram a queda. Entre os estudantes de EaD, no entanto, após a queda de formandos entre 2015 e 2016, em 2017, os concluintes aumentaram 0,4%.
As matrículas em cursos tecnológicos representam 12,1% das cerca de 8,3 milhões de matrículas em cursos de graduação no ensino superior. A maior parte dos alunos está matriculada em instituições privadas, 83,6%.
Em queda desde 2015, as matrículas em cursos de graduação tecnológica apresentaram leve aumento em 2017, de acordo com o Censo da Educação Superior divulgado hoje (20) pelo Instituto Nacional de Estudos e Pesquisas Educacionais Anísio Teixeira (Inep).
Cursos de graduação tecnológica são geralmente mais curtos do que os de bacharelado, cuja formação é mais voltada para a inserção no mercado de trabalho. Podem durar dois ou três anos, enquanto os de bacharelado, quatro ou cinco anos.
Em 2017, esses cursos registraram 999,3 milhões de matrículas – aumento de 5,6% em relação a 2016. Em 2014, as matrículas nesses cursos, que vinham crescendo desde 2007, chegaram a mais de 1 milhão. Em 2015, tiveram a primeira queda que seguiu até o ano passado.
Uma das razões apontadas para a queda foi o corte orçamentário, a partir de 2015, no Programa Nacional de Acesso ao Ensino Técnico e Emprego (Pronatec), criado em 2011, com objetivo de ampliar a oferta de cursos de educação profissional e tecnológica.
Em 2017, o aumento das matrículas ocorreu tanto nas redes federal e estadual públicas quanto na rede privada. O maior salto foi registrado nas matrículas em educação a distância (EaD), que passaram de 388,3 mil para 464,3 mil. Com isso, a modalidade passa a responder por 46% do total das matrículas em ensino tecnológico. O número de matrículas presenciais caiu de 558 mil para 535 mil. Uma redução de cerca de 4%.
O número daqueles se formam nesses cursos, no entanto, segue em queda desde 2016. Em 2017, 197 mil estudantes se formaram, uma redução de 8,4% em relação ao ano anterior. Os cursos presenciais puxaram a queda. Entre os estudantes de EaD, no entanto, após a queda de formandos entre 2015 e 2016, em 2017, os concluintes aumentaram 0,4%.
As matrículas em cursos tecnológicos representam 12,1% das cerca de 8,3 milhões de matrículas em cursos de graduação no ensino superior. A maior parte dos alunos está matriculada em instituições privadas, 83,6%.
*Da Agência Brasil
A Unico, empresa brasileira especializada em identidade digital e biometria facial, ingressou com ações nas…
A Salesforce anunciou parceria com a FIFA como apoiadora oficial da Copa do Mundo de…
Neil Redding será o palestrante de abertura do IT Forum Praia do Forte 2026. Com…
Apesar da consolidação da computação em nuvem como um dos pilares da transformação digital, uma…
As equipes de segurança cibernética enfrentarão um cenário cada vez mais complexo nos próximos anos,…
Apenas uma em cada três pessoas dos Estados Unidos aprova o ritmo acelerado de construção…