De acordo com Guerreiro, o preço das três licenças das Banda C, que vão ser vendidas em conjunto, vai manter a média cobrada nas licitações das demais bandas, a D e a E. O presidente da Anatel disse que a agência não recebeu nenhuma informação sobre o interesse de grupos estrangeiros como a Vodafone na licitação da Banda C. Essa possibilidade foi levantada em fevereiro, época de entrega das propostas para o leilão que acabou sendo suspenso por falta de participantes.
Na ocasião, o único consórcio a entregar envelope foi o Serranby, mas este estava vazio. O grupo, formado por uma associação entre o Opportunity (80,1% do capital) e a Brasil Telecom (19,9%) apresentou lance apenas para cumprir uma formalidade. Seus advogados informaram, na época, que haviam entendido que deveriam fazer isto para não perder as garantias das bandas D e E.
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