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E-commerce pelas redes sociais salta de 22% para 34% em 2020

O boom do e-commerce durante a pandemia também pôde ser observado nas redes sociais. Um estudo da Nuvemshop mostrou que em 2020 as compras realizadas por intermédio das redes sociais saltaram de 22% para 34%. A modalidade já responde por um terço do volume de vendas feitas online no Brasil entre pequenos e médios negócios (PMEs).

Os dados fazem parte da 6ª edição do NuvemCommerce, que considera a base de clientes da Nuvemshop: 70 mil lojas virtuais na América Latina, a maioria formada por PMEs.

Leia mais: Redes sociais como uma resposta à crise do coronavírus

Segundo a empresa, o Instagram se destaca pela importância na estratégia dos lojistas. A rede social corresponde a 87% das vendas, e 57% dos empreendedores afirmam utilizar a ferramenta Instagram Shopping. A loja do Facebook é utilizada por 46%.

Embora outros canais de venda tenham sido mencionados pelos comerciantes, 21,5% afirmaram que não usam nenhum outro canal além de sua própria loja virtual.

Entre os entrevistados, 96% utilizam o Instagram para divulgação da marca, 80% estão no Facebook e 71% estão no WhatsApp, que apresentou aumento de 13 pontos percentuais em relação ao ano anterior. O TikTok aparece pela primeira vez no levantamento, já utilizado por 15% dos lojistas.

No quesito atendimento, o Whatsapp já é adotado por 95%, consolidando-se como principal canal, seguido por Instagram (83,5%), e-mail (51%), Facebook (49,5%), telefone (42%), chat online (17%) e outros (5,5%).

Influencers na estratégia

A parceria com influenciadores digitais é realidade para quase metade dos empreendedores. 39,5% afirmam que fornecem produtos em troca de divulgação, enquanto 8% investem algum valor para isso. No entanto, ainda há espaço para crescimento, uma vez que 33,5% ainda não fizeram ações com os famosos, mas têm interesse. Por outro lado, 19% não pretendem utilizar esta estratégia.

Outro ponto a se destacar é a consolidação das vendas por dispositivos móveis, que representam 71%, e correspondem a um crescimento de 5,4% do total em relação a 2019.

A íntegra do estudo está disponível para download gratuitamente no neste site.

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