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DocuSign cresce 49% em 2020 e atinge receita de US$ 1,5 bi

Líder em assinatura eletrônica e gestão de documentos em nuvem, a DocuSign pegou carona na aceleração da digitalização de processos e atingiu bons resultados em 2020: segundo seu balanço de financeiro, a companhia cresceu 49% no ano fiscal de 2021, atingindo US $ 1,5 bilhão em receitas.

A receita é dividida entre a divisão de assinaturas, que registrou US$ 1,4 bilhões, um aumento de 50% na média anual; e serviços profissionais e outras receitas, que chegou a US$ 71,7 milhões, um aumento anual de 29%.

Globalmente, a DocuSign obteve crescimento da sua base de clientes e totalizou mais de 892 mil clientes e milhões de usuários em 180 países. A companhia conquistou ainda uma taxa de retenção líquida recorde de 123%.

Leia também: Do papel à nuvem: como a DocuSign se tornou líder em assinatura eletrônica

“O ano fiscal de 2021 foi um ano marcante para a DocuSign. Nós nos tornamos um pilar da ‘anywhere economy’, que permite que as pessoas façam cada vez mais qualquer coisa na vida e no trabalho de qualquer lugar”, afirma Dan Springer, CEO da DocuSign, nos resultados. “Acreditamos que esse desempenho representa uma aceleração da tendência contínua de transformação digital de contratos.”

A margem bruta GAAP foi de 75%, mesma marca do ano anterior. A margem bruta não-GAAP se manteve 79% em 2019 e 2020; o prejuízo líquido GAAP por ação básica e diluída foi de US$ 1,31 em 186 milhões de ações em circulação, comparado a US$ 1,18 em 177 milhões de ações em circulação no mesmo período do ano fiscal de 2020.

O lucro líquido não-GAAP por ação diluída foi de US$ 0,90 em 204 milhões de ações em circulação, comparado a US$ 0,31 em 191 milhões de ações em circulação no mesmo período do ano passado.

O caixa líquido fornecido pelas atividades operacionais foi de US$ 62,2 milhões, comparado a US$ 45,5 milhões no mesmo período do ano passado; o fluxo de caixa livre foi de US$ 44 milhões, comparado a US$ 15,5 milhões em 2019. O fluxo de caixa inclui uma fração do último trimestre em pagamentos de financiamento conversível de US$ 75,2 milhões.

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