O aumento do tráfego aéreo em escala global, das restrições quanto à infraestrutura e as maiores expectativas dos viajantes têm gerado um novo desafio para os aeroportos: como fazer o melhor uso das instalações atuais e gerar valor para todas as partes interessadas.
A Associação Internacional de Transporte Aéreo (IATA) alertou que é cada vez maior o número de aeroportos que não têm capacidade de gerenciar todos os voos que as companhias aéreas desejam oferecer. Além disso, considerando que se espera que o número global de passageiros duplique nos próximos 20 anos, os aeroportos estão enfrentando uma pressão crescente para se adaptarem a um novo ambiente.
Diante deste cenário, a Amadeus solicitou à Arthur D. Little que avaliasse o potencial das tecnologias digitais no ambiente aeroportuário.
O estudo destaca não só como as novas tecnologias ajudarão os aeroportos a melhorar sua eficiência e reduzir os custos, mas também como a adoção do conceito de transformação digital permitirá responder às cada vez maiores expectativas dos viajantes, companhias aéreas e partes interessadas.
O relatório também identifica uma série de barreiras ao investimento digital, como a falta de clareza estratégica para a transformação digital, a falta de colaboração entre aeroportos e companhias aéreas, e os problemas que podem surgir por pessoas que não estão familiarizadas com o uso de ferramentas digitais em ambientes aeroportuários.
O relatório define três grupos de tecnologias em que os aeroportos provavelmente irão se centrar:
Segundo Russell Pell, sócio-diretor da Arthur D. Little, explicou que embora um grande número de aeroportos tenha começado a utilizar ferramentas digitais para agilizar o processamento de passageiros, aeroportos de todos os tamanhos precisam superar uma série de barreiras culturais e de organização que impedem a mudança, além de estabelecer um compromisso contínuo com a transformação digital.
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