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Consultoria é oferta que mais dá retorno em internet das coisas

Consultoria é oferta que mais dá retorno em internet das coisas, sendo serviço oferecido por 40% dos canais atualmente, de acordo com levantamento realizado pela CompTIA. A segunda oferta mais popular é segurança, fornecida por 36% das empresas, seguida por analytics, serviços gerenciados, desenvolvimento de aplicativos personalizados, revenda e serviços de infraestrutura, oferecidos por 30% das empresas.

Oportunidades de fazer dinheiro associadas com a internet das coisas (IoT, na sigla em inglês), estão se tornando foco das empresas do canal de tecnologia da informação (TI). O relatório Internet of Things Trends and Opportunities aponta que 23% das empresas de canal pesquisadas dizem que já fizeram dinheiro com ofertas no segmento, em comparação com apenas 8% em 2015. 

Olhando para o futuro, um terço das empresas do canal esperam ganhar dinheiro com a IoT nos próximos 12 meses.

“O canal está fazendo progressos significativos monetizando oportunidade gerada pela IoT e, ao contrário de anos anteriores, acredita ser forte candidato a maiores rentabilidades”, afirma Seth Robinson, diretor sênior de análise de tecnologia da CompTIA.

As falhas que impediram a difusão do desenvolvimento da internet das coisas permanecem em jogo e, provavelmente, permanecerão previsíveis no futuro. As preocupações com custos e retorno sobre investimento, obstáculos técnicos, responsabilidade, privacidade, segurança e outros assuntos regulatórios são alguns dos principais inibidores.

Ainda assim, três quartos das empresas do canal pesquisadas pela CompTIA disseram ter uma visão mais positiva da IoT hoje do que há um ano atrás. Outros 21% não mudaram sua opinião ao longo dos últimos 12 meses, grupo que certamente inclui empresas que eram otimistas sobre a Internet das Coisas.

Robinson observa que há boas razões para que as empresas do canal olhem favoravelmente para a internet das coisas. “Primeiro, a complexidade dos projetos no segmento está além do que muitas empresas podem lidar internamente, especialmente no mercado SMB”, explicou. “Em segundo lugar, muitas áreas da internet das coisas são essencialmente extensões das habilidades e linhas de negócios que os provedores de soluções já têm.”

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