Conhecer necessidades dos clientes do cliente é trunfo da ALE

Nesta semana, a Nokia anunciou que, a partir de agora, tudo fica unificado em seu brand e some a marca Alcatel-Lucent (empresa adquirida em janeiro de 2016). A estratégia de simplificar a exposição beneficiou também a Alcatel-Lucent Enterprise (ALE), que era uma divisão, e se tornou uma empresa independente quando foi vendida pela Alcatel-Lucent em 2014.

Fato é que a semelhança dos nomes confundia muitas vezes atores do segmento e usuários de produtos e serviços de ambas empresas. Mas agora as marcas seguem distintas em um momento de fortalecimento estratégico da ALE, que prossegue no redesenho da sua atuação em sintonia com o digital, que mexeu com os mais sólidos e bem-sucedidos modelos de negócios em todo o mundo.

A lição de casa já vinha sendo feita desde 2015, segundo Nuno Ribas, vice-presidente de Cloud Business da Alcatel-Lucent Enterprise para AL e EUSO. “Precisávamos estar ainda mais conectados aos nossos clientes, para entendê-los melhor e conhecer profundamente o seu business. Estruturamos nosso modelo de negócios, portanto, por verticais, para identificarmos as particularidades de cada uma delas”, diz Ribas, que elenca os setores de Educação, Saúde, Governo, Hotelaria e Transportes como os mais importantes em solo nacional.

Desde então, as soluções da companhia, fornecedora essencial de redes corporativas, comunicações e serviços, vêm sendo adaptadas para cada realidade dos diferentes segmentos da economia. “Atender de maneira ainda mais assertiva às nossas demandas e também prospectá-las levou à modernização dos nossos programas de canais para ajudar nossos parceiros a ingressarem na era digital”, diz o executivo, para quem é vital qualificar a cadeia de negócios.

A empresa, ele prossegue, trabalha fortemente na capacitação dos seus parceiros de negócios no Brasil para oferecer soluções baseadas nos conceitos como Network on Demand, Cloud, Plataform as a Service, Internet das Coisas (IoT) e Comunicações Unificadas as a Service. “Afinal, para obtermos sucesso na transformação do negócio dos clientes, temos de contar com um time transformado, preparado para esse novo mercado”, reitera Ribas.

Arma “secreta”
Além de saber falar o idioma do cliente, segundo Ribas, a arma secreta é conhecer as necessidades dos clientes dele. “Dessa forma, conseguimos ser mais assertivos e entender quais recursos são importantes para viabilizar suas estratégias que visam atrair e reter seus clientes”, ensina.

Não menos importante na cartilha de Ribas está o compromisso de levar o conhecimento para o cliente, ele revela. “Diante de revoluções tecnológicas, é preciso conhecer, de fato, sobre os benefícios de cada tecnologia e seu funcionamento, as tendências, o que melhor se adequa às estratégias do negócio, em um desenho que permita o cliente atingir os objetivos traçados.”

Nessa movimentação, rumo ao fortalecimento da competitividade em uma arena de negócios repaginada a modernização da comunicação como um diferencial importante. “No momento, estamos implementando nossas modernas soluções em uma universidade. Colocamos toda a comunicação na nuvem e agora ela está integrada e agilizando processos. No segundo semestre deste ano, será a vez de a plataforma de Ensino a Distância somar nesse novo desenho. O conhecimento estará consolidado na cloud, com fácil e rápido acesso à informação, proporcionando a evolução da instituição e consequentemente da Educação no País”, revela Ribas.

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