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Como escolher um fornecedor estratégico

Para garantir vantagens competitivas em relação ao mercado é de grande importância construir planos de negócios junto aos fornecedores. Porém, não é possível trabalhar com todos nesse modelo sendo fundamental que sua companhia defina quais devem se tornar parceiros estratégicos.

Geralmente os escolhidos são aqueles que afetam o negócio diretamente, seja pelo risco de abastecimento ou pelo impacto financeiro gerado. Quando a dependência é grande, é necessário estreitar as parcerias e promover um relacionamento de caráter colaborativo, ou fomentar iniciativas internas que consigam reduzir a criticidade desse cenário de risco.

Confira quatro dicas que vão te ajudar a escolher quais são os fornecedores mais indicados, de acordo com o perfil de cada negócio.

Verifique o histórico
Ao analisar os fornecedores, é importante levantar dados relacionados com a saúde financeira da empresa e também o nível de dependência com o contrato de trabalho. Os que possuem histórico de problemas ou alguma tendência de riscos nesses aspectos, devem ser abordados de maneiras diferentes, para evitar possíveis falhas de abastecimento.

Mensure a relevância
É importante mensurar a relevância de cada um na cadeia de suprimentos, por meio da análise das categorias de compras e da definição do tipo de relacionamento. Assim é possível estruturar um planejamento de acordo com a atuação do parceiro e garantindo, menores preços, melhores prazos de entrega e de pagamento, maior qualidade, garantias, etc.

Conte com uma consultoria terceirizada
Muitas empresas recorrem a ajuda externa para potencializar todas as etapas do processo e garantir operações mais assertivas. A participação de uma consultoria que seja capaz de ajudar tanto na definição de estratégias quanto na implantação do processo aumentará significativamente as chances de sucesso, garantindo a sustentabilidade do negócio sem a perda de foco no negócio.

Homologação e controle
Um dos maiores desafios é a implementação de processos colaborativos de homologação entre diferentes setores da empresa, sem desencadear diversos problemas na rotina corporativa. Para isso, é necessária a definição de exigências e requisitos, como certificados técnicos, licenças sanitárias, e relatórios financeiros. Dessa forma, é possível dar fluidez aos procedimentos sem que tragam impactos na rotina dos colaboradores.


(*)  Agustín Durán é sócio-diretor da Nimbi

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