Tal atitude tem suas razões. Em fevereiro, o S3 da Amazon sofreu uma
pane. Foram duas horas de interrupção. Aparentemente, um ataque de DDoS
(distributed denial of service) não controlado fez vários executivos
pensarem que o céu iria desabar sobre suas cabeças com nuvens e tudo.
Há dois anos, a fornecedora de software de CRM sob demanda
SalesForce.com, outra que se encaixaria no conceito de computação em
nuvem, teve problema parecido.
Há riscos a serem monitorados. A IBM defende que as empresas construam,
em um primeiro momento, infra-estruturas próprias, ligadas com
parceiros de negócio e sites confiáveis. Assim, teríamos um céu na
verdade, povoado de nuvens de todos os tamanhos que podem se juntar ou
não. Controle e segurança são as principais preocupações neste momento.
Uma coisa é deixar disponíveis jornais antigos; outra é abrir-se e
deixar qualquer um acessar políticas de preço e planos de negócio.
Por este motivo ninguém deve apostar (ainda) cegamente no conceito. Há
incógnitas no ar. Talvez ele não seja tão grandioso quanto fazem crer
aqueles que defendem a computação em nuvem, mas talvez ela evolua e
ganhe outro nome ou até mesmo resgate um. Você se lembra de pervasive
computing? E o que há de errado com simplesmente grid computing?
Página | 1 | 2 | 3 |
A Cohesity anunciou a concessão da Patente Nº 12.619.501 pelo Escritório de Patentes e Marcas…
Diogo Cortiz, professor da PUC-SP e doutor em Tecnologias da Inteligência e Design Digital, tem…
DJ Sampath chegou aos Estados Unidos há 30 anos com oito dólares no bolso e…
A evolução da inteligência artificial nos serviços financeiros ainda esbarra em desafios relacionados à experiência…
A Motorola Solutions anunciou a assinatura de um acordo definitivo para adquirir a D-Fend Solutions,…
Nesta terça-feira (2), a Meta anunciou a expansão global de configurações de conteúdo para contas…