A Black Friday, liquidação que em 2025 deve ocorrer em 28 de novembro, se tornou um evento fundamental para o e-commerce brasileiro – e justamente por isso de alta complexidade logística e tecnológica. Segundo o CEO da Conviso, Wagner Elias, a demanda por soluções de prevenção contra ataques cresce ano a ano, especialmente nos meses que antecedem a data, incluindo scans de vulnerabilidades, checagem da superfície de ataque, Web Application Firewall e Content Delivery Network (CDN).
“As empresas já estão percebendo que priorizar investimentos em marketing e estrutura de vendas de nada adianta se a segurança ficar em segundo plano. Esse desequilíbrio cria um gargalo invisível: o consumidor chega à página de checkout, mas desiste por falta de confiança ou por instabilidade do site”, pondera o especialista.
Segundo ele, a capacidade das empresas de suportar picos de tráfego em lojas sem expor clientes a riscos digitais é um diferencial competitivo. Ambientes de alta demanda, que em poucas horas recebe acessos equivalentes a semanas inteiras de operação regular, são mais suscetíveis à ataques cibernéticos: em 2024 foram 17,8 mil tentativas de fraude no período.
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“O problema é que muitos lojistas ainda enxergam segurança como um selo exibido no rodapé da página. Na prática, é muito mais que isso: é o que sustenta a operação com varreduras contínuas de vulnerabilidades, camadas de proteção que bloqueiam ataques antes que cheguem ao site e certificados de criptografia de alta validação”, diz.
Para Elias, a preparação antecipada é importante para que a Black Friday ocorra de forma segura, uma vez que nessa data o “tempo de reação é mínimo”.
O CEO lista quatro medidas para reduzir vulnerabilidades e fraudes em períodos de pico:
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