A inteligência artificial (IA) é, ao mesmo tempo, uma ferramenta poderosa para a produtividade de pessoas e empresas e, do outro lado da moeda, para criação e disseminação de conteúdos falsos ou manipulados, incluindo vídeos, áudios e imagens. Os deepfakes – que inserem uma pessoa em contextos em que ela nunca esteve de maneira convincente — são um exemplo de desafios impostos para o combate à desinformação online.
Alan Camillo, presidente e fundador da BlueShift, diz que a IA alcançou um nível de sofisticação que a torna capaz de criar materiais muito convincentes. “Por isso, mais do que nunca, é essencial que as pessoas aprendam a validar informações com fontes confiáveis e adotem uma postura mais criteriosa em relação ao conteúdo que consomem”, pondera ele.
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Ele cita softwares e ferramentas que ajudam a identificar imagens e vídeos gerados por IA, o que “não impede sua disseminação”. E diz que é preciso investimento em educação e no pensamento crítico, pois ambos são “as melhores soluções para enfrentar esse desafio”.
O executivo enumera a seguir algumas dicas para identificar falsificações geradas por IA.
O executivo também fala sobre como proceder diante de possíveis deepfakes:
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