A empresa de auditoria e consultoria BDO realizou um levantamento que mostra que a cibersegurança ocupa cada vez mais a agenda de prioridades dos executivos, uma vez que os diretores relatam um incremento gradativo nas estratégias de prevenção de ataques digitais e no planejamento de contingência para violações cibernéticas.
A pesquisa, apurada junto a 160 membros do conselho de administração de empresas públicas dos EUA, aponta a crescente preocupação com ataques de crimes cibernéticos: 80% das corporações ampliaram em 22% o orçamento destinado a ações envolvendo segurança cibernética. Houve ainda um salto de 45% para 63% na elaboração de planos de resposta em relação aos crimes de violação digital.
Por outro lado, o estudo identificou que apenas um quarto das empresas divide essas informações com outras companhias e instituições. Das que compartilham os dados, a grande maioria (88%) o faz com agências governamentais, mais de um quarto (28%) com centros de compartilhamento e análise de informação e aproximadamente um quinto (19%) com seus concorrentes.
Ainda, cerca de 63% dos diretores afirmaram que sua empresa conta com um plano de resposta para incidentes de violação cibernética, contra 18% que não têm ou não têm certeza (19%) se possuem. Além disso, 43% detêm requisitos de segurança em relação a fornecedores, aumento significativo em comparação a 2015, quando 35% indicaram fazer tais exigências.
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