O governo chinês, na segunda-feira (25/01), negou qualquer envolvimento no ciberataque lançado contra o Google e que se tornou público no início deste mês. Além disso, o país asiático voltou a defender sua regulação sob a internet.
Em entrevista à agência de notícias estatal Xinhua, no domingo (24/01), um porta-voz não identificado do Ministério da Indústria e Tecnologia da Informação da China afirmou que “a acusação de que o governo chinês participou do ciberataque, de forma explícita ou não, tem o objetivo de denegrir a imagem da China.”
Embora o Google não tenha feito nenhuma acusação forma contra o governo chinês em relação aos ataques contra ele e outras 33 companhias, a decisão de não cooperar com as regras de censura chinesas tem sido desafiadora para o ambiente de negócios encontrado por empresas estrangeiras na China.
Além disso, alguns pesquisadores na área de segurança têm sido menos diplomático que o gigante das buscas, afirmando que há sinais que mostram envolvimento de entidades ligadas ao estado chinês nos ciberataques.
A China, por outro lado, insiste ser a maior vítima das ações dos hackers.
Na semana passada, a secretária de Estado dos Estados Unidos, Hillary Clinton, discurou em prol da liberdade na internet e chegou a pedir ao governo chinês uma investigação transparente sobre os ataques.
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