Bloqueios de recursos da internet na China não são novidade. O controle on-line chinês inclui sites como Facebook, Twitter e até mesmo New York Times. Dessa vez o foco é ir um pouco além e atuar na origem das conexões.
Uma maneira de driblar os bloqueios é o uso de conexão VPN (Virtual Private Networks, a sigla em inglês). Buscando bloquear esse recurso, esse tipo de conexão está proibida até 31 de março de 2018, segundo o South China Morning Post. A medida foi anunciada pelo Ministério da Indústria e da Tecnologia da Informação chinês.
Com a definição, provedores de VPN precisarão de uma autorização do governo chinês, que afirmou que a decisão vai “fortalecer o ciberespaço segurança da informação de gestão”. As autoridades afirmam que a medida é protecionista e busca difundir o crescimento interno do País. As sanções para quem descumprir a regra ainda não foram divulgadas.
A medida foi anunciada em meio a um momento peculiar. A China está prestes a realizar o 19º congresso nacional do Partido Comunista do Poder, que deve ter diversas posições. Dadas as tendências autoritárias do governo do país e a transição potencialmente turbulenta, fica claro o motivo de intensificar o controle sobre a internet.
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