De acordo com os especialistas, o vírus foi escrito em Visual Basic Script (VBS) e age de forma semelhante ao temível LoveLetter, propagando-se pelos computadores e pelo catálogo de endereços do Outlook. Ao ser ativado, o vírus passa a enviar mensagens curtas aleatórias aos celulares.
Teoricamente, qualquer telefone que tenha capacidade de receber textos pode ser afetado, com a incoveniência de ficar recebendo spams.
O texto que acompanha o vírus reclama de uma possível tentativa de monopólio da operadora espanhola Telefônica, que batizou o vírus. Os técnicos estão reforçando o alerta geral aos usuários sobre os riscos dos arquivos vbs anexados.
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